terça-feira, 14 de maio de 2013

Cavando Poços


                         Não era um dia como outro qualquer.
                         Não é sempre que alguém é expulso de suas terras.
                         Era difícil para ele. Deixar o lugar em que tanto trabalhou.
                         O lugar chamava-se Gerar, o homem expulso, Isaque.
                         O filho da Promessa...filho de Abraão.
                            
                   

Saiu dali e se acampou no vale de Gerar, onde habitou.
  Ainda podia ouvir o motivo de seu banimento: Aparta-te de nós, porque já  és muito mais poderoso do que nós.
Este era o motivo. Estava ficando cada vez mais poderoso. Não por herança, mas por mérito. Pelo trabalho. Semeou naquela terra e, no mesmo ano, recolheu cento por um, porque o SENHOR o abençoava. 


Enriqueceu-se, prosperou, ficou riquíssimo; possuía ovelhas e bois e grande número de servos, de maneira que os filisteus lhe tinham inveja.
Não foi porque agiu de forma errada.
Não foi por seus erros, foi por seu sucesso...
Sua vitória provocou nos habitantes de Gerar tamanha inveja que não só o expulsaram como também entulharam seus poços.
Lá estava Isaque, banido e sem água. Motivos grandes para tristeza. Desespero. Desmotivação. Desânimo. Não foi isso que aconteceu. O que ele fez? Cavou outro poço.
E os invejosos? Entulharam também este poço.
Isaque cavou novamente.
A história se repete e ele não desiste, cava outro poço.
Não se lamenta. Não procura culpados. Não tem tempo para isso afinal de contas tem que cavar poços. Não via poços entulhados, via um novo poço sendo aberto. Não via os problemas. Via as oportunidades.
Sua vitória não dependia do que acontecia. O sucesso era parte dele. Não deixava se vencer pelas circunstâncias. Não ficaria lastimando porque sabia que o justo cairá sete vezes, mas não ficará prostrado.

Vencedor não é aquele que não cai. É aquele que não fica no chão.
Pegue a pá do sorriso. A picareta do bom ânimo. A enxada da disposição. Levante, cave um poço. O seu poço.
Você quer saber o que aconteceu com Isaque? Seu sucesso continuou de uma forma tão grande que aqueles que o expulsaram vieram ao seu encontro para fazer aliança.
Ninguém procura os tímidos, os covardes, os caídos. Todos procuram vencedores. Não importa quantos poços seus já foram entulhados.
Não olhe para trás, olhe para frente.
O sucesso é seu, está a sua espera.
Você tem bons motivos para cavar poços?
Faça-o agora não espere para depois. Você é vencedor.

                                                             Por Saulo Beling
                                                             Pastor e Mestre em Teologia


    

3 comentários:

Jade Marlla disse...

que lindas palavras

Elizeu Alfaia disse...

A Paz do Senhor.
Nosso temperamento é parte permanente da nossa personalidade, e ele ficará conosco do começo ao fim de nossa vida. Ele poderá modificar-se um pouco durante certos períodos de nossa vida, à medida que amadurecemos, passando da infância à juventude, e daí para a vida adulta. O temperamento explica nosso comportamento, mas não deve servir de desculpas para ele. Sendo parte de nossa natureza humana, ele deve ser controlado por nosso espírito (Gn 4:7; 1 Co 9:25). Os temperamentos básicos não se modificam. Entretanto, seus pontos negativos podem ser disciplinados, reorientados e até corrigidos com o auxílio do Espírito Santo. Teremos que determinar quais são os aspectos de nosso temperamento que interferem como nosso desenvolvimento espiritual, e depois iniciar uma renovação do Espírito Santo para superar estas fraquezas. A idéia de reconhecer os pontos positivos e negativos de cada temperamento ajuda-nos a compreender a nós mesmos e aos outros, de forma bem melhor. Quando entendemos que, pelo Espírito Santo, nossas fraquezas podem ser modificadas, passamos a revestir-nos das características do temperamento controlado pelo Espírito Santo.
Abraço

Elizeu Alfaia disse...
Este comentário foi removido pelo autor.